14 de novembro de 2009


Entras-me no carro e na vida outra vez, ás 5.30h da manha. Ouves tudo o que tinha aqui entalado, falas também, mais do que alguma vez o tinhas feito. És totalmente sincero, pela primeira vez desde há muito tempo.


Será que vamos realmente conseguir? Será que conseguimos recuperar aquilo que já fomos, agarrá-lo, e transformá-lo em algo ainda melhor? Não volto para a montanha russa.


Nunca te vou esquecer. Continuo a gostar de ti com todos os cantos arejados do coração. Quero, quero muito voltar a ter-te, voltar a sentir o teu abraço. E o facto de teres consciência disto é coisa para me irritar bastante.


E agora? Salto para o precipicio e arrisco mais uma vez? É pergunta para me tirar o sono. Ou pode ser que o alcool logo á noite me dê a resposta....


13 de novembro de 2009


Sair à rua com uma sede imensa
de te esqueçer
sentar-me num lugar com indiferença
por não te ver
e de repente sei que é isto que eu não quero
olhar à volta e saber que ainda te espero
sentir a sensação de quem não está no seu lugar
não quero lá estar
assim...

nha cretcheu
nha cretcheu...

voltar a casa com um sentimento
de solidão, fingir que estás no pensamento
sem razão
e de repente sei que é isto que não quero
voltar a casa e saber que ainda te espero
fazer de conta que já estou no meu lugar
mas não quero lá estarassim...

nha cretcheu
nha cretcheu...
Sara Tavares - Nha Cretcheu

10 de novembro de 2009

Posso voltar á depressão, posso?


Não, não resultou a minha fraca tentativa de animar. É que o Ian não me apareceu á frente em carne e osso, sorriso maroto, descalço e chapéu de criança. Portanto, pouco mudou por cá.





Mudou, perdi a esperança de arranjar um emprego decente no próximo mês. Os hospitais estão em contenção de custos e neste andar não contratam profissionais qualificados e com experiência nos próximos anos. Vão mudando os que já têm de sitio, ora passa um ano num seviço e quando já se habituou muda para outro e aprende tudo de novo.





Para completar o meu grande dia de hoje: tinhas mesmo que dar sinais de vida? Deixa-me habituar á tua ausencia. Cala-te de vez, não me ligues com essa voz de sono quando eu já vou a meio do dia. Não me desconcentres deste meu esforço para não pensar en ti, tava a começar a correr bem, vens tu, e estragas tudo. Cala-te, sim? Por uns meses, umas semanas, pelo menos, até eu ter força para resistir a essa tua voz de sono a meio do dia.

9 de novembro de 2009

Vamos lá animar um bocadinho...

Ian Somerhalder

É que diz Lady P, e com toda a razão, este blogue ultimamente é só depressão amorosa. Mas com um empurrãozinho destes lá me ía a depressão.


8 de novembro de 2009


I never needed you to be strong
I never needed you for pointing out my wrongs
I never needed pain, I never needed strain
My love for you is strong enough you should have known
I never needed you for judgment
I never needed you to question what I spend
I never ask for help
I take care of myself
I dont why you think you got a hold on me
And its a little late for conversations
There isnt anything for you to say
And my eyes hurt, hands shiver
So look at me and listen to me because
I dont want to stay another minute
I dont want you to say a single word
Hush hush
Hush hush
There is no other way, I get the final say
BecauseI dont want to, do this any longer
I dont want you, theres nothing left to say
Hush hush
Hush hush
Ive already spoken, our love is broken

5 de novembro de 2009


Ontem o meu maninho fez anos, vai daí esteve cá a familia toda a cantar os Parabéns. Ora uma das conversas de ontem foi a seguinte:


Tia C. (grávida de 3 meses): Já escolhei os padrinhos!

Eu e o meu mano: Quem são? (cheios de curiosidade)

Tia C. : São mesmo voçês os dois. Se aceitarem claro.


E lá se foi toda a curiosidades, ficamos os dois de queixo caído e a L. de lágrima no olho. Aceitei claro, o maninho ainda tem que ponderar e falar com os papás porque é menor.

3 de novembro de 2009


As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na historia
da historia da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

1 de novembro de 2009



Ontem foi uma maluqueira e que saudades eu tinha de uma noite destas. E sabem que mais? Ontem, já depois de muita Poncha, a tentar "adquirir académicamente" parte da decoração do bar e rodeada dos Filipes, Tiagos e Joãos da vida, decidi que acabou. Já está, mandei parar o carrosel e saí. E sabem mais uma coisinha? Não custou assim tanto como isso.